sábado, 5 de dezembro de 2009

O feito está Feito


Eu acho que estou apaixonada de novo
Mas, é paixonite aguda.
Eu tenho vontade de beijar você, mas não posso.
E você não pode.
Eu sei que você quer.
Virou jogo adolescente.
É bom.
É legal.
Mas, acho que eu tenho que correr.
Pensei "Não me olhe assim"


Já sei o que quer de mim

E não é preciso ser vidente aqui

Para um mal como você não há corpo que aguente



O feito está feito

Voltei a tropeçar
e Com a mesma pedra de sempre

Me sinto tão bem com tudo o que faz mal

E com você nunca é suficiente


E você esconde o anel no seu bolso.
E, droga, por que não sou eu sua namorada?
Cansei de querer o que eu nunca posso ter.
E se eu ceder? Vou cair no que eu condeno?
Minha vontade é mais forte.
Mas, não pode ser mais forte.
Tá. Calei.
Pode me beijar agora?






Em matéria de homens sou completamente especialista

Sempre em repetir meus erros.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Tainá por Tainá

Sinceras.

Você é feliz?
Tainá: Depende. Sou feliz quando danço, quando estou com meu amigos,
mas extremamente infeliz quando as coisas fogem
ao meu controle e não posso fazer nada.

Você é masoquista?
Tainá: Às vezes. Considero masoquismo ter que conviver com pessoas que eu detesto.
Odeio gente burra e vivo me encontrando com elas.
Por que você fica fumando um cigarro atrás do outro?
Isto não é masoquismo?

Tainá: Um atrás do outro é exagero.
Acho que é uma preparação inconsciente
para enfrentar as dores que o destino me reserva.
Dor física não me dá medo.
Tenho medo apenas do que não depende de mim.
Amar e não ser amada, por exemplo.

Você se sente sozinha? Tem medo de ficar sozinha?
Tainá: Pavor.
Quando estou só, tenho certeza de que sou maior que
eu mesma e isto me apavora.
Ninguém deve conhecer sua própria dimensão.

Você já afirmou que queria morrer diversas vezes.
Em qual delas foi sincera?
Tainá: Em todas. Mas, eu não quero morrer imediatamente.
Só uma coisa me faria morrer até o fim: o amor.

Tem vontade de matar alguém ?
Tainá: Muitas pessoas. Todos os dias.

Teria coregem ?
Tainá: Não.
Acho que uso de metáforas para matá-las dentro de mim.
Se fosse para elas morrerem mesmo queria que fossem
mortes lentas e dolorosas.
Sou vingativa.

Você já amou alguém?
Tainá: Depende de quem. Amo meus pais e meus amigos.
O resto eu não quero lembrar se cheguei a amar.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Virei realista para sobreviver.

Razão dos sorrisos sinceros da Tia Tainá

É tudo o que eu penso:

Não há santo sem passado e nem pecador sem futuro.
Não subestime a capacidade das pessoas de te decepcionarem.
Mentiras são como crianças: inconvenientes, mas o futuro depende delas.
Todo ser humano mente, a única variante é sobre o que mentem.

Meu orgulho supera meu instinto de autopreservação.
Minha extroversão é uma forma de introversão.

Se eu sou feliz ? Felicidade é coisa de gente burra.
A vida não é sobre tentar ser feliz, mas sobre tentar ser o menos miserável possível.
A esperança é o que nos faz infelizes.

Não compreendo como amo tanto a solidão e, ao mesmo tempo, acho insuportável vive sozinha.
Tenho simpatia por pessoas complicadas, e as compreendo bem. Acho desinteressante as pessoas normais.

Qualquer pessoa se mata no dia em que se encontrar.



sexta-feira, 20 de novembro de 2009

HONRA.

Milhões de pessoas. Todas pensando em si mesmas.
Seria este o único jeito?
NÃO.
Um brinde à honra. E aos cavalheiros para que durem muito. Isto é pelo que é certo.
Dar um Basta - isto é para os que são firmes, que dão suas palavras e as mantém.
Um brinde à liberdade, não importa onde a encontre.
E de saber o verdadeiro significado da riqueza.
Um brinde aos bravos entre nós.
Ao código de comportamento que separam os homens certos de todos os outros.
Um brinde a Nós, meus amigos.


Descobri hoje, e morri de chorar. Me invadiu uma melancolia triste.

A LISTA

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?

Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?

video

domingo, 15 de novembro de 2009

DE TRAIÇÃO E DE SOMBRAS

Traições, rupturas, brigas, fofocas, falsidades, vítimas e vilões não existem só nas novelas de Manoel Carlos ou nos bastidores da política. Acontece também na vida de quem escreve sobre política.
Ao leitor do texto abaixo, alguns avisos: - A história, um pequeno thriller , é uma ficção, baseada em fatos reais, bem reais. Qualquer semelhança, é mera coincidência. Não usarei nomes, para preservar a imagens dos personagens. Escreverei em primeira pessoa, porque gosto de ser o narrador-personagem.
Tenham paciência para ler tudo, que muito ensinará a vocês a não conversar com qualquer um, ou acreditar em qualquer um na rua. A história de um triângulo amoroso, que escandalizou secretários de governo, jornalistas, tios e tias, amigos e amigas e até chefe-mor do Executivo. O que faria Nelson Rodrigues ficar de cabelo em pé pelo script que teria nas mãos.
Como comentou um tio meu, magnata e aristocrata goianiense, após eu narrar a ele uma história parecida com essa. "Se fosse na minha época isto seria motivo para apedrejamento em praça pública."
Vamos lá para dar fim no circo de horrores:

DE TRAIÇÃO E DE SOMBRAS

Tem sempre um dia em que a casa cai. Tem sempre um dia em que as máscaras caem. Mas, confesso, não foi por falta de aviso. Antes mesmo de me meter a escrever no jornal Folha da Manhã* já ouvia histórias sobre a Bitnely. Já a conhecia das mesas dos bares com aquele que foi meu namorado, que eu considerei (dó de mim) meu melhor amigo, daquele que toda a minha família recebeu de braços abertos. Pois bem, já tinha escutado que a fama dela não era nada boa. Eu sempre com meu pezinho atrás. Nunca gostei de julgar ninguém. Mas, tinha atitudes dessa moça que atacavam diretamente o trabalho das minhas amigas. E a antipatia anterior ganhou doses cavalares de anabolizantes.
Uma professora da UFG: "A Bitnely? Tome cuidado com aquela menina. Ela é uma cobra."
Minha ex-sogra: "Detesto aquela mulher. Aquela moça não é nada confiável."
E o previsível aconteceu...
Usou desculpas de "indícios" de traições minhas para se justificar. Eu não o trai. E não me arrependo disso.
Por que senão que respaldo eu teria para crucificá-los agora?
E o que eu mais gosto é crucificar a quem merece. Não sou ingênua. Traição acontece todo o dia, o tempo todo. Mas, para trair alguém é melhor que seja arquitetado. A sociedade cristã ocidental condena os mentirosos, condena os traidores.
Pior que traidor, é ser mau carácter. Como alguém consegue trair a quem diz amar, dormir na mesma cama com ela, fazer cara de santo para as pessoas que o rodeiam? Eu não consigo. Como eles atuavam tão bem em mesa de bares quando eu estava presente?! Juro que se eu aprendesse a atuar assim seria atriz global. Me ensinem, por favor.

Eu não conseguiria conversar com a namorada de alguém que eu ficasse. Eu passaria longe dela, por vergonha. por princípios. Eu não iria expor um namorado meu ao ridículo, como por exemplo, ficando com um amigo dele ou conhecido.
Isto não é um ataque de puritanismo. É apenas uma denúncia para que vocês tomem cuidado com os dois. Porque assim, já ficam sabendo do que são capazes.
Mesmo após o término, antes de eu saber de todas essas coisas, antes mesmo de saber que eles tinham ficado, eu o encontrei. E eu cai na atuação do Sr. melhor ator do ano. - "Eu ainda te amo, ninguém consegue ser como você. Não fique perto de mim que eu não sei o que posso fazer".
Confesso que senti arrependimento em sua voz. Confesso que algo me dizia que as coisas tinham saído do lugar.

Naquela semana, estava tudo bem. Tínhamos ido ao cinema, namorado bastante. O Palhaço* durmiu aqui em casa 4 dias. Andou de bicicleta com meu pai. Jogou no PC com meu pai e com meu primo, que estava de férias na minha casa. Na sexta, me avisou sobre uma festa que aconteceria no domingo. Nessa época eu ainda não trabalhava em um jornal, pouco convivia com os profissionais da área, mas já conhecia alguns dos meus tempos de rádio e de festas. Era aniversário de um jornalista, que todo mundo adora. Pois bem, eu iria à festa. Iria se o Palhaço não tivesse barrado minha ida no sábado a tarde. Eu chorei. Eu pedi para ir. Mas, com aquele olhar frio, respondeu que não, e não teria mais conversas.
No domingo não fiquei em casa. Sai com a Marcela, minha colega de trabalho atualmente, e grande amiga de faculdade. Contei o ocorrido, mas o pior do ocorrido só viria à tona agora.
Enquanto eu estava com a Marcela, minha cabeça não conseguia parar de pensar.

- Mas, por que eu não pude ir ?
- Conversa fiada que é para não ter que me dar atenção, porque eu nunca precisei de atenção de ninguém para conhecer pessoas novas em uma festa.
- Será que é por causa da Bitnely ?

E olha aí, minha intuição quase nunca falha.

O Palhaço ficou com Bitnely. Apesar de terem subido para o apartamento (a festa era no salão de festa do prédio), vários jornalistas - amigos deles - viram.
Comentário de uma amiga minha no churrasco, que na época tinha me visto apenas uma vez na vida. " O que faz um cara que tem uma namorada linda e gente boa ficar fazendo massagem em uma cidadã chata e horrorosa como aquela?"
Morro de rir dos comentários que escuto. Apesar de tudo ter sido trágico para mim, me divirto com a reação das pessoas que nos conhecem. E quantos amigos eu ganhei com o mesmo pensamento sobre os dois. Quantos!!

Quando me perguntam sobre os acontecimentos eu conto tudo, sem pular nenhuma parte, detesto omitir as verdades. Faltava contar este resto que só soube na semana passada. Ainda mais verdades que me glorificam. Já dizia um professor de cinema meu: "Nós sentimos carinho, cuidado, com as vítimas." Por isso, eu sou a mocinha da trama.
Mas, não. Não precisam sentir dó de mim. Sintam-se felizes por mim. Eu me sentia sufocada, como se soubesse que o tempo todo convivia com o veneno ao meu redor. E eles se merecem. Uma salva de palmas para a junção da arrogância e da hipocrisia.

Segunda cena.
Sábado a tarde. Sai do jornal e fui encontrá-lo em um bar onde já estava com um amigo seu. Um amigo igualmente falso.
Mais tarde chega mais três amigos seus - bem, na verdade, dois. Já que um o detesta e vice-versa. E lá está ela. Volto para casa mais cedo. Combino com ele para me pegar as 23 horas. No outro dia tínhamos que acordar cedo, era aniversário da mãe dele.
Liga as 21. - Que horas vem me buscar?
- Vou demorar. Não vou agora.
- Então, vou sair com minhas amigas. Quer ir? Vc sempre reclama que quase nunca saímos com meus amigos.
- Não. Vou ficar aqui.
(Na verdade, a conversa fui um pouco mais conturbada que isso. Não admito alguém combinar alguma coisa comigo e mudar os planos sem justificativas plausíveis para tal).
Sai de casa, passei em um bar antes para esperar meus amigos chegarem. Quando chegaram sai dali. Voltei 1 da manhã para casa.
E ele?
Rá. Ele estava com a Bitnely.
E no outro dia? Bem, no outro dia me trata com a cara mais cínica do mundo.
Neste dia, minha ex-sogra. com palavras maternais de uma mãe que quer avisar a filha, me disse quando ele não estava por perto.
- Eu gosto muito de você. E vou te avisar : Pensa se é essa pessoa, que é meu filho, que você quer para sua vida. Ele nem pode me ouvir falar isso. Mas, você não merece o que ele faz, nem como ele te trata.

Eu não tenho problema nenhum em contar tudoooooo para todo mundo. Aliás, é um prazer imenso mostrar o lixo que eles são.
Ficar no mesmo ambiente que qualquer um é insano, é surreal. Me dá uma vontade de rir.
Já virou até piada entre minhas amigas que cantam. "1,2,3. Not only you and me.Got one eighty degrees. And you caught in between Countin' 1, 2, 3. Peter, Paul & Mary."

Poderiam pelo menos ter me avisado se eu queria um triângulo. Pelo menos perguntar por educação: "Você vai participar?" Hahahahha.
Não acho o fim, mas seria com pessoas mais bonitas, né ?!? Porque os dois me dão nojo.
E ela?!?! Ahh, essa consegue ser mais falsa. Não me tratava como melhor amiga, mas como amiga até. Cheguei a acreditar. Costumo a dar chance para as pessoas mostrarem quem realmente são, sem me levar pelo julgamento de outras
Bem, ela mostrou quem realmente é.
E aí, alguém vai negar? Alguém vai desmentir?

*********************

Gostam mais de mim agora?
Quem não gostou do texto, vamos lá, ligue e dê piti pelo telefone, apronte escândalo quando me encontrar, arme a vingança. Porque eu colocarei o celular no viva-voz, chamarei a platéia, e assistiremos de camarote.
Se alguém não quiser entender. E falar, pois que fale. Eu não vou me importar com a maldade de quem nada sabe. E se alguém interessa saber sou bem feliz assim. Muito mais do que quem já falou ou vai falar de mim. Para completar: eu falo alto desde que nasci. Eu dou gargalhada, porque eu vivo feliz desde que nasci. E não tenho culpa de ter uma Família que convive no meio de autoridades, logo morram de reclamarem sobre como eu sou, só porque muita gente gosta de mim. Acho vcs um bando de frustrados.
Meu blog ainda vai virar um livro.
:D

Só digo o que penso.Só faço o que gosto e aquilo que creio

Tem dias que me dá uma vontade doida de abrir a boca e contar para todo mundo tudo que eu sei, mas que não pode ser dito.
Tudo que fez de mim vítima, tudo que faz deles crápulas.
Mas, aí eu me recolho.
Me recolho e vou sambar. Porque maldade no meu coração, não há.

No momento estou indo ao samba - cada sábado mais amigos eu faço lá - , lendo Maysa (Só em uma multidão de amores) e fazendo a coluna Fio Direto do DM, porque hoje é domingo.
E para quem me lê aqui, vai um convite: Vamos sambar, gente? Royal Bar, sábado. Glória, domingo.
Juro que é remédio para a alma e deixa as pernas lindas. :D

video

(O clipe é porque eu amo muito esta música, e porque estou lendo a vida da Diva, já que a minha fase "maysa" é eterna)

Para o Rômulo Chaul - Devido ao seu último post nos seu blog Versos, Votos de Amor e Nomes feios - resolvi dedicar a música a você.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Hugh Laurie e Meu Pai


Meu pai - o senhor Tadeu Borela - sempre foi daquele tipo que tem resistência a coisas provenientes dos nossos brothers americanos do norte, salvo computadores, jogos novos, internet mais rápida (meu pai é super "in" quando se trata de lançamento de joguinhos para computador).
Ele é professor de 2° grau e cursinho, convive todos os dias com uma cambada de adolescente. E essa cambada o idolatra. Engraçado, que quando ele foi meu professor, ele tinha maior dificuldade em ser ele, professor, na minha sala. Fazer papel de pai e de professor para sua filha única em frente a 50 adolescentes chatos não deve ser fácil.

Ontem, quando eu cheguei em casa do Diário ele me chamou no quarto que ele faz de escritório e disse:
- Fique aí na porta. Estou fazendo um exercício para o meninos de adivinhação. Eu escrevo as dicas, quem acertar primeiro leva 1 ponto. Já fiz sobre a África, Gandhi, Bush....
Aí ele me falou duas dicas e eu matei.
- É a Shakira, pai. Porque só ela é a melhor amiga de um prêmio Nobel e só ela namora o filho de um ex-presidente.
- Sabia que você ia gostar. Vou fazer com os meninos este exercício amanhã.

Bem, esta foi uma introdução para mostrar como nós dois somos amigos, apesar dele me expulsar de casa, apesar dele ser bem injusto as vezes.
Até quando eu achei um absurdo ele não me defender do que me fizeram há 3 meses atrás, ele disse que não poderia, mas que era pra eu esperar porque a vida se encarrega de ensinar as pessoas do pior jeito, sem precisar que façamos vingança.

Voltemos ao início, porque eu me empolguei ao falar sobre ele.
Nunca gostou de seriado americano, apesar de adorar filme de ficção (pareço muito com ele na personalidade. Ambos são emocionais e contraditórios). Logo, nunca quis assistir House comigo. Ele sabe que eu tenho verdadeira adoração pelo Hugh Laurie e pela série, que para mim é a melhor. Eu assistia muito quando namorava, e continuei a assistir sozinha depois. Só que de duas semanas para cá, quando dá 8 da noite e eu estou em casa, meu pai vai para sala comigo para assistirmos HOUSE juntos.
O mais legal é eu explicar o contexto para ele, já que não assistiu as primeiras temporadas.
O dia que me deixou feliz, sem saber, foi quando disse - O episódio de hoje foi bom.
As vezes, o surpreendo com um sorriso no canto da boca com as piadas ou os mau humores de House. Aí, na sala, eu tenho de uma só vez, os personagens preferidos da minha vida. As pessoas que eu paro para ver, para escutar - Meu pai e o Hugh Laurie.
Os dois tem a coisa que eu mais admiro em comum - são autênticos.

Sei que quando eu me mudar daqui, da casa dos meus pais, vou sentir tanta falta disso tudo.
Mas, separações acontecem. Nada permanece inalterado até o fim. Tudo passa na vida, mas a família fica. E, por enquanto, por esses dias, vou aproveitar a companhia do "Lord" Borela - é assim que minha mãe chama meu pai para irritá-lo - para assistirmos DC. HOUSE.